quinta-feira, 3 de março de 2011

''Quem além de você pode dizer o quanto agonizante foi aquele amor perdido. As noites em claro, as manhãs de sábado, varias tardes de domingo. Aquela infinita espera que o telefone tocasse. Dias ruins, abandono, saudade, tristeza, e você chorou. Chorou sinceramente pois o seu amor ainda era grande. Ainda te alegrava o peito e aquecia sua face só de lembrar que um dia sentiu um amor verdadeiro.
Então hoje você se deita, na mesma cama cúmplice de várias noites apaixonadas, onde a troca de carinhos parecia infinita, a cama onde aqueles belos olhos lhe disseram pela primeira vez que lhe amavam também. Se o amor foi bom, as lembranças também serão.''


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(...) agora o meu desafio é continuar sozinha, não olhar pra trás e aprender a viver sem o seu olhar, tentar enganar o destino que insiste em negar o seu amor. Mania, não passa, assim como a vontade dos meus dedos de tocar o seu rosto. Preciso ter você aqui mais perto, te olhar mais de perto, fazer seu rosto mudar de cor.



Devaneios.

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